Autores
Pedro Mexia
Nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Foi crítico literário e cronista no «Diário de Notícias» e no «Público», e escreve actualmente no «Expresso». É um dos membros do Governo Sombra (TSF / TVI24). Colabora com a Antena 3. Publicou oito livros de poesia, sendo o mais recente «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015). Editou quatro volumes de diários e sete colectâneas de crónicas. Publicou os diálogos para teatro «Nada de Dois», encenados no Brasil. Coordena a colecção de poesia da Tinta-da-china.
Livros publicados
na tinta-da-china
Pedro Mexia participa na GRANTA 5 com «Tudo aquilo tudo».

«Talvez um caniche que aspira ao sublime seja um prodígio, e chamemos a isso o "amor" porque é a mais alta palavra que temos, animal e humana, divina também. Talvez o amor, a própria palavra, seja um caniche, uma raça estúpida, ou faça de nós caniches, dando piruetas a pedido. Era isso que querias ao atravessar a estrada, num "lugar" a que chamaremos "lugar", no tempo de um outro século, quando faziam as coisas de forma diferente. Atravessaste a estrada como um caniche ao encontro do amor [...]»
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