Prémio Machado de Assis (Fundação Biblioteca Nacional) — Prémio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — Um dos dez melhores livros de ficção da década de 2000 (O Globo)
Luiz Ruffato é um dos mais brilhantes escritores da actualidades, e este seu romance de estreia — que conquistou os leitores e a crítica no Brasil, e já foi traduzido em várias línguas — é um retrato vertiginoso da cidade de São Paulo.
Acontece tudo num só dia, 9 de Maio de 2000, um dia comum no quotidiano de uma das maiores metrópoles do mundo, composto por uma polifonia urbana fragmentada em 69 episódios com registos e fôlegos próprios — há o homem que se prepara para a enésima entrevista de trabalho, a mulher que deixa dezenas de mensagens no gravador de chamadas da amante do marido, gente pobre, gente rica, gente que trabalha muito e se dilui no ritmo de uma cidade agreste e com milhões de habitantes.
Prémio Machado de Assis (Fundação Biblioteca Nacional) — Prémio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) — Um dos dez melhores livros de ficção da década de 2000 (O Globo)
Luiz Ruffato é um dos mais brilhantes escritores da actualidades, e este seu romance de estreia — que conquistou os leitores e a crítica no Brasil, e já foi traduzido em várias línguas — é um retrato vertiginoso da cidade de São Paulo.
Acontece tudo num só dia, 9 de Maio de 2000, um dia comum no quotidiano de uma das maiores metrópoles do mundo, composto por uma polifonia urbana fragmentada em 69 episódios com registos e fôlegos próprios — há o homem que se prepara para a enésima entrevista de trabalho, a mulher que deixa dezenas de mensagens no gravador de chamadas da amante do marido, gente pobre, gente rica, gente que trabalha muito e se dilui no ritmo de uma cidade agreste e com milhões de habitantes.