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ENTREVISTAS DA PARIS REVIEW

AAVV
  • €20.09
As entrevistas da histórica revista literária a dez grandes escritores: Forster, Greene, Faulkner, Capote, Hemingway, Durrell, Pasternak, Bellow, Borges e Kerouac.

«Sem a "Paris Review", teríamos as mesmas obras de Faulkner, Hemingway ou Borges - para citar apenas três dos dez autores que estão neste livro - mas não teríamos a mesma imagem que temos hoje de alguns dos escritores decisivos para a arte literária do século XX.», Carlos Vaz Marques

E.M. Forster: «Sempre considerei agradável escrever e não entendo o que as pessoas querem dizer ao falar de "dores de criação".»

Graham Greene: «O melodrama é um dos meus instrumentos de trabalho e permite-me obter efeitos que não conseguiria de outra forma; por outro lado, eu não sou deliberadamente melodramático; não se aborreçam demasiado comigo se vos disser que escrevo da forma como escrevo por ser aquilo que sou.»

William Faulkner: «Se eu não tivesse existido, alguém me teria escrito, a mim, a Hemingway, a Dostoiévski, a todos nós.»

Truman Capote: «Sou um escritor completamente horizontal. Não consigo pensar a não ser que esteja deitado, seja na cama ou esticado num sofá e com um cigarro e um café à mão.»

Ernest Hemingway: «Quanto melhor o escritor menos ele falará do que escreveu. Tentar escrever algo com um valor intemporal é uma ocupação a tempo inteiro, mesmo que a tarefa de escrever propriamente dita ocupe apenas alguma poucas horas por dia.»

Lawrence Durrell: «Um artista é apenas alguém desenrolando e escavando áreas normalmente acessíveis a toda a gente, e exibindo-as como uma espécie de espantalho para mostrar aos outros o que cada um pode fazer consigo próprio.»

Boris Pasternak: «As mais extraordinárias descobertas são feitas quando o artista é tomado pelo que tem para dizer. Usa, então, a velha linguagem nessa sua urgência e a velha linguagem é transformada por dentro.»

Saul Bellow: «Não me agrada concordar com a ideia comum de que se se escreve um "best-seller" é porque se traiu um princípio importante ou se vendeu a alma. Bem sei que a opinião sofisticada pensa assim.»

Jorge Luis Borges: «Quando eu escrevo, escrevo porque algo tem de ser feito. Não me parece que um escritor se deva intrometer demasiado no seu próprio trabalho. Deve deixar o trabalho escrever-se a si próprio.»

Jack Kerouac: «Passei toda a minha juventude a escrever muito lentamente, a rever o que escrevia e a refazer tudo e a apagar e portanto escrevia uma frase por dia e a frase não tinha EMOÇÃO. Raios partam, é da EMOÇÃO que eu gosto na arte, não é da ASTÚCIA e da dissimulação das emoções.»
  • OUTUBRO DE 2009   |   
  • 344 PÁGINAS   |   
  • 21x14 CM   |   
  • ISBN: 978-989-671-014-9
  •    |   PREF. Carlos Vaz Marques
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