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| [Livro] |
| | Viagem a Tralalá | | Wladimir Kaminer | | «Há três maneiras de ver o mundo: a optimista, a pessimista e a do Wladimir Kaminer.» | | «Der Spiegel» | | |
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«O ponto de partida para esta «Viagem a Tralalá» reside num anseio tornado impossibilidade ao longo de gerações. É um livro que nasce atrás da Cortina de Ferro. A proibição de visitar Paris acabaria por mitificar Paris. E sabemos como a realidade, em geral, é implacável em relação aos mitos. Poucos lhe sobrevivem. Talvez por isso mesmo, Kaminer não chega a levar- nos à cidade- luz (a não ser por interposta pessoa): «Em vez de ir a Paris, fomos ao cinema.»
É deste choque entre o mito (alimentado pela impossibilidade) e a realidade (tornada possível pela queda do Muro de Berlim) que nasce o efeito cómico mais poderoso de «Viagem a Tralalá».
Onde raio é Tralalá?, há- de perguntar- se o leitor incauto ao passar os olhos pelo título deste livro. A resposta acabará por chegar a páginas tantas, embora não haja mapa que a confirme.»
Carlos Vaz Marques, do Prefácio
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tema(s): Literatura de Viagens tradução: Helena Araújo prefácio: Carlos Vaz Marques coordenação: Carlos Vaz Marques 1.ª edição: Abril de 2012 n.º de páginas: 160 tipo de capa: Dura formato: 14.5x20 cm isbn: 9789896711191 | |