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ENTREVISTAS DA PARIS REVIEW 3

AAVV
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A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita.

Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013).

Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.»

George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.»

Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.»

Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.»

John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.»

Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.»

Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.»

Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.»

Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.»

W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.»

Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?»

Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.»
  • OUTUBRO DE 2017   |   
  • 440 PÁGINAS   |   
  • 21x14 CM   |   
  • ISBN: 978-989-671-400-0
  •    |   TRAD. Alda Rodrigues  
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