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Hugo Williams
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«Trata-se de poesia "confessional", assente não na palavra mas no gesto, no pensamento, na observação e explicação. Não que seja experimental – é antes radical no modo como apresenta o ser.», John Kinsella, «Guardian»

Hugo Williams é filho de Hugh Williams e de Margaret Vyner, actores de cinema e teatro com certa nomeada na sua época. Talvez por isso, a poética de Williams é também uma espécie de performance. O material de trabalho é a autobiografia, as micro narrativas infantis, académicas, edipianas, classistas, sexuais. O tom é lacónico, ambíguo. E a linguagem procura uma clareza e concretude que quase nos fazem esquecer o jogo e o artifício. Williams começou por escrever poemas brevíssimos inspirados pelo imagismo e minimalismo de Ian Hamilton, depois entusiasmou-se com a estética boémia de Thom Gunn, e em seguida praticou um confessionalismo que deve o seu quê a Robert Lowell. Os poemas desta antologia, publicados nas últimas seis décadas, descrevem um passado que assombra o presente, de tal modo que um simples objecto quotidiano confunde os tempos, as memórias e as emoções. Igualmente irónicas e decepcionadas, estas elegias intimistas acompanham a construção de uma identidade que se fez e faz ainda de imitações e evocações, ou seja, de representações. De um «eu» como entretenimento sofrido., P.M.
  • NOVEMBRO DE 2014   |   
  • 136 PÁGINAS   |   
  • 20x14.5 CM   |   
  • ISBN: 978‑989‑671‑236‑5
  •    |   TRAD. Pedro Mexia  
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