Crónicas originalmente publicadas na revista «Blitz», abrangendo temas ora intimistas, ora filosóficos e culturais. FINALISTA DO GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA APE.
«Algumas obsessões foram tomando corpo: o futuro e o passar do tempo em geral, as cidades, alguns clarões da infância, a relação entre as artes e a filosofia. O tom era mais pessimista e melancólico do que seria meu hábito. Habituado a escrever duas vezes por semana sobre assuntos correntes, esta coluna era um mergulho mensal na liberdade absoluta. Era muitas vezes a "outra" crónica, imprevista para mim ao escrevê-la ainda antes de ser passada aos leitores.», Rui Tavares
FINALISTA DO GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA APE.
«Algumas obsessões foram tomando corpo: o futuro e o passar do tempo em geral, as cidades, alguns clarões da infância, a relação entre as artes e a filosofia. O tom era mais pessimista e melancólico do que seria meu hábito. Habituado a escrever duas vezes por semana sobre assuntos correntes, esta coluna era um mergulho mensal na liberdade absoluta. Era muitas vezes a "outra" crónica, imprevista para mim ao escrevê-la ainda antes de ser passada aos leitores.», Rui Tavares