«Entristecem-me as belezas que não atravessam o oceano. Entristece-me que a maioria dos brasileiros não conheça Sérgio Godinho, Ricardo Araújo Pereira, Adília Lopes, alheiras ou peixinhos da horta. Imagina que existência triste a de um sujeito que nunca comeu peixinhos da horta. Na mesma medida, entristece-me que Portugal ainda não conheça Maria Ribeiro. Maria faz o Brasil rir alto — semanalmente — daquele jeito que a gente só ri com amigo de infância. Ler a Maria é ganhar uma amiga de infância. Maria escreve como quem conversa, e conversa como ninguém. Este livro que você tem em mãos foi um baita sucesso num país em que livros não costumam fazer um baita sucesso. Agora você não tem mais desculpas. Maria atravessou o oceano. Isto há de ser um baita sucesso.» —Gregorio Duvivier
Com uma escrita despojada, irónica, por vezes melancólica, «Trinta e Oito e Meio» deambula de um casamento falhado para dúvidas existenciais sobre guarda-roupa, das angústias da maternidade para o filme «Tropa de Elite», em que Maria Ribeiro participou, dos livros de Clarice Lispector para o Pokémon Go, revelando o interesse da autora por tudo o que faça parte do mundo.
—Gregorio Duvivier
Com uma escrita despojada, irónica, por vezes melancólica, «Trinta e Oito e Meio» deambula de um casamento falhado para dúvidas existenciais sobre guarda-roupa, das angústias da maternidade para o filme «Tropa de Elite», em que Maria Ribeiro participou, dos livros de Clarice Lispector para o Pokémon Go, revelando o interesse da autora por tudo o que faça parte do mundo.