Um livro de textos dedicados ao grande escritor português Antero de Quental. «Luís de Magalhães conhecera pessoalmente Antero, no Porto, durante o Verão de 1881, quando o poeta, a aguardar a conclusão das obras da casa vila-condense, era hóspede de Oliveira Martins, na Rua da Boavista, número 513. [...]
Em 1888, e nos anos seguintes, Antero andava às voltas com a "sua" Filosofia, e nada melhor que os passeios à beira-mar e o ambiente da Quinta do Mosteiro para o ajudarem nas suas cogitações. Magalhães foi então o amigo que lhe adoçou a solidão, na falta de Oliveira Martins. "No meu canto de Moreira que ele tantas vezes honrou com a sua querida e veneranda presença, eu tive a dita suprema de viver na atmosfera espiritual que Antero parecia ter o dom de criar em torno de si", escrevia Magalhães em Antero em Vila do Conde.», Ana Maria Almeida Martins, do «Prefácio»
«Luís de Magalhães conhecera pessoalmente Antero, no Porto, durante o Verão de 1881, quando o poeta, a aguardar a conclusão das obras da casa vila-condense, era hóspede de Oliveira Martins, na Rua da Boavista, número 513. [...] Em 1888, e nos anos seguintes, Antero andava às voltas com a "sua" Filosofia, e nada melhor que os passeios à beira-mar e o ambiente da Quinta do Mosteiro para o ajudarem nas suas cogitações. Magalhães foi então o amigo que lhe adoçou a solidão, na falta de Oliveira Martins.
"No meu canto de Moreira que ele tantas vezes honrou com a sua querida e veneranda presença, eu tive a dita suprema de viver na atmosfera espiritual que Antero parecia ter o dom de criar em torno de si", escrevia Magalhães em Antero em Vila do Conde.», Ana Maria Almeida Martins, do «Prefácio»