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Pedro Mexia

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. É crítico literário e cronista, consultor do presidente da República para a área cultural, e integra o Governo Sombra. Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Dirige a colecção de poesia da Tinta-da-china e co-dirige a revista literária Granta em Língua Portuguesa.

Publicou seis livros de poesia, antologiados em «Menos por Menos» (2011), a que se seguiu «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015) e «Poemas Escolhidos» (2018). Editou os volumes de diários «Fora do Mundo» (2004), «Prova de Vida» (2007), «Estado Civil» (2009), «Lei Seca» (2014) e Malparado (2017), e as colectâneas de crónicas «Primeira Pessoa» (2006), «Nada de Melancolia» (2008), «As Vidas dos Outros» (2010), «O Mundo dos Vivos» (2012), «Cinemateca» (2013), «Biblioteca» (2015) e «Lá Fora» (2018, Grande Prémio de Crónica APE). No Brasil, saíram «Queria mais é que chovesse» (crónicas, 2015) e «Contratempo» (poesia, 2016).

Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, «Contemplação Carinhosa da Angústia»; a antologia «Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa» [com José Tolentino Mendonça]; e «O Homem Fatal», crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams, Martin Crimp e David Mamet. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.
Livros deste autor
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