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George Grossmith

George Grossmith nasceu em Islington, Londres, em 1847. Frequentou um colégio interno em Hampstead, onde estudou piano e deu os primeiros passos enquanto artista, entretendo colegas e professores com pantominas e canções. Durante a adolescência, interessou-se pela fotografia e pela pintura, embora tenha sido o seu irmão Weedon quem prosseguiu estudos artísticos.
A família Grossmith movia-se com naturalidade no meio das artes, convivendo com escritores, actores, músicos, jornalistas e produtores. George acabou por seguir as passadas do seu pai, substituindo-o a partir da década de 1860 enquanto repórter do The Times, função que desempenhou ao longo de vários anos. Pela mesma altura, começou a escrever textos humorísticos em vários periódicos e a participar em espectáculos de teatro amador.
Casou-se em 1873 com Emmeline Rosa Noyce, com quem teve quatro filhos. Um pouco antes, em 1870, tornou-se actor profissional, com um sketch intitulado Human Oddities, escrito pelo seu pai, e uma canção chamada «The Gay Photographer», com letra de George Grossmith pai e música de George Grossmith filho. A partir de 1873, e ao longo de vários anos, pai e filho estiveram juntos em tournées de espectáculos humorísticos por todo o Reino Unido, regressando a Londres ao fim-de-semana para visitar a família. Ao fim de algum tempo, contudo, os Grossmith desejavam assentar novamente na capital. Aproveitando um convite para o papel principal em The Sorcerer — um êxito retumbante no Savoy Theatre, em Londres —, George Grossmith acabou depois por criar todos os nove papéis principais de barítono nas famosas Savoy Operas em Londres, entre 1877 e 1889. Ao cabo desses anos, retomou a sua carreira de pianista, com digressões pelo Reino Unido, Irlanda e até pelos Estados Unidos da América, num período que durou quinze anos.
Em 1892, George Grossmith e o irmão, Weedon, iniciaram uma colaboração com vista a expandir uma série de textos humorísticos que haviam escrito em conjunto para a publicação Punch, entre 1888 e 1889. Assim surgiu Diário de Um Zé-Ninguém, publicado como romance, e que nunca deixou de estar em circulação desde a primeira edição.
A fulgurante carreira de George Grossmith como humorista, actor, músico e compositor durou mais de quarenta anos, até 1908: além das extensas digressões, escreveu três livros, compôs dezoito óperas cómicas e cerca de seiscentas canções e peças para piano.
Morreu em Folkestone, no Kent, em 1912.
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